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Como o pensamento analítico é trabalhado na Wish?

O poder de análise é a principal habilidade para um profissional do futuro, segundo estudo. E desde cedo é possível desenvolver esta competência. Entenda como trabalhamos este aprendizado aqui na escola



Se estivéssemos em um jogo de tabuleiro, diríamos que a complexidade de informações avançou algumas casas. Nos últimos anos, a ascensão da Inteligência Artificial, o desenvolvimento da ciência e outros cruzamentos de dados aceleraram as pesquisas e a criação de novos produtos. Não por acaso, o relatório do Fórum Econômico Mundial aponta o pensamento analítico como a habilidade mais valorizada pelas empresas na construção de um profissional do futuro.


Por mais que os jovens estejam mais próximos desta posição, eles não são os únicos que podem começar esta jogada. É possível - e porque não, necessário - desenvolver esta competência desde a primeira infância, incentivando as crianças a investigar e a desvendar as informações com cuidado e atenção.


Treinar a concentração e a interpretação são alguns dos recursos que podem permitir novas conexões e associações nada óbvias, mesmo com pouca idade. Por meio do lúdico, o pensamento analítico vai sendo incorporado, sem que as crianças percebam. Substituir um teste tradicional, com um longo texto para interpretar, pela construção de um protótipo, de debate, de um mapa de tesouro, pode ser interessante. 


Na Wish acreditamos que podemos apoiar a formação de seres humanos inovadores, protagonistas das suas próprias vidas, conscientes das suas realidades, sensíveis e igualmente transformadores do ambiente que os rodeia.


5 eixos da educação holística 

Acreditamos que a criança não é uma simples receptora de conteúdo. Ela constrói a sua própria jornada desde muito cedo. É capaz de argumentar ao escolher uma roupa para se vestir, de mostrar suas preferências na hora de escolher uma brincadeira, e demonstrar com agilidade suas ideias e construções.


Ao perceber que as suas iniciativas são encorajadas, seu desenvolvimento ganha força com naturalidade. Quanto mais voz, maior a sua autoconfiança. Quanto maior segurança e criatividade, maior a vontade de manifestar as suas escolhas.

A Wish potencializa estas experiências desde a educação infantil.  Por isso, está fundamentada na educação holística, que valoriza a construção do ser humano considerando 5 grandes eixos: espírito, mente, corpo, relações e mundo.


Cada um destes eixos  se desdobra em temas importantes para um desenvolvimento saudável e humano. O espírito, por exemplo, está relacionado à confiança, ao autoconhecimento, à intuição, à atitude crítica e à inteligência emocional.


Ao se conhecer, a criança é capaz de observar o outro com mais compaixão, percebendo as suas fraquezas  e fortalezas.


Por meio de técnicas de respiração, mindfulness e autorreflexão, ela começa a treinar a escuta do silêncio, ouvindo as suas dúvidas, o seu organismo, as suas respostas e sendo estimulada a explorar o entorno para descobrir novas conexões.


A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), aponta que toda a criança tem direito a: conviver, participar, brincar, explorar, se expressar, conhecer. 


É através da experiência, levada pelos sentidos, que as descobertas aparecem e o conteúdo é melhor absorvido. Ouvir sobre o plantio de uma árvore ou vivenciar este momento, ao plantar uma sementinha, seguido, é claro, de uma explicação e orientação sobre as fases da plantinha?


Muitas vezes as crianças vão se lembrar da vivência gerada pela troca, pela brincadeira, pela música e o conteúdo será naturalmente incorporado ao seu repertório.

Ao incentivar as crianças a se abrirem para o novo, percebemos que elas passam a entender mais de si e sobre os relacionamentos. Para alcançar as melhores escolhas é importante aprender a interpretar o que está fora, mas também o que está dentro de cada um. 


Muitas vezes, a tentativa em acertar um determinado desafio leva não só a resolver aquele erro, mas encontrar caminhos diferentes, a compartilhar novas soluções e adquirir mais informações sobre o tema. Não deixam de ser uma maneira de absorver os conteúdos  e refletir sobre as relações.


Ao se sentir segura sobre o tema, a criança avança mais uma casa, e, busca, muitas vezes, demonstrar o que aprendeu e pedir mais desafios, para que cada vez mais, possa solucioná-los sozinha.


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